sexta-feira, 20 de agosto de 2010
A inveja é uma coisa tramada...
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Uma questão de educação...
Ora, o tema do post de hoje versa sobre o facto de um curso ser essencial, ou não, na educação de uma pessoa. O Sr. Eskisito acha que não. Aliás, o próprio é o primeiro a dizer que o curso que tirou pouco contribuiu para a pessoa que ele hoje é.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Depois da tempestade...
No dia em que decidi tornar-me professor não sabia ainda bem todas as decisões adicionais que essa ideia inicial me iria obrigar a tomar. Decidi ser justo, atribuir notas por desempenho e não por conveniência ou gosto pessoal. Decidi ensinar da melhor forma possível todos os alunos, indiferentemente de raça, cor, credo, sexo e condição financeira. Decidi tratar os alunos com o nível de responsabilidade que eles merecem e nunca tratar um aluno de forma paternalista. Decidi...
No entanto, nem todos pensamos o mesmo. Outros invertem esta linha de pensamento. Outros pensam que todos são uns coitadinhos porque vêm de situações complicadas. Outros recusam-se a ensinar de forma exigente, porque acreditam que os alunos não vão conseguir.
Cada um na sua, mas custa-me pensar assim. Segundo os meus alunos sou exigente, chato, metódico e neurótico. Mas, também segundo os meus alunos, eu preocupo-me, explico a mesma matéria vinte vezes se necessário, dedico-me a todos da mesma maneira e quero que todos eles tenham um futuro melhor.
Falta um dia para acabarem as aulas numa escola de bairro social em pleno subúrbio de Lisboa. Falta um dia para deixar de entrar em salas de aula com turmas cheias de miúdos complicados de gerir e de ensinar. Falta-me um dia para deixar de andar carregado de testes cheios de respostas incorrectas e de trabalhos meio acabados com a pressa de os entregar. E, pela primeira vez na vida vou sentir saudades disto.
sábado, 12 de junho de 2010
Eu disse que não ia responder a comentários...
Em relação ao post anterior um "Anónimo" disse...é melhor porque o trabalho de professor também né mau...mesmo nada..e os 2 meses de férias...brutal...
Pois, eu não sei se o anónimo alguma vez foi a uma escola durante os dois meses de férias que diz que temos. Porque se for, vai descobrir uma coisa fantástica em relação ao seu comentário: a escola tem lá dentro professores. Eu sei que é inesperado e compreendo o porquê dessa sua opinião. Umas quantas gerações de professores e umas quantas ministras fizeram com que o público em geral tenha essa opinião em relação às nossas férias. Infelizmente para si (e para mim também), nós temos tantas férias como qualquer português. Após o tempo lectivo, continuamos na escola a desempenhar tarefas, que vão de coisas tão simples como inventariar material até a trabalhos tão complexos como criar horários e turmas para o ano que segue.
Agora se se estiver a referir a férias mentais, em que não temos mentecaptos a destruir a nossa sanidade mental, aí tudo bem. Concordo consigo. Porque o simples facto de não ver miúdos a destruir o trabalho que fazemos diariamente com a sua estupidez (muitas vezes acompanhada da estupidez caseira) é de facto uma factor de alívio. Podemos encarar então isso como férias.
O que me leva à primeira parte do comentário: o trabalho de professor né mau...pois. Resisitindo à tentação de começar esta análise com o salientar de que em português não se escreve "né" mas sim "não é", deixe que lhe diga que, novamente, está errado. Não há pior profissão que esta. Tentar ensinar a quem não quer ser ensinado, ser ameaçado por pais e outros que tais, ser agredido por tentar civilizar aqueles que, na grande maioria das vezes, são autênticos animais sem regras sociais, perder horas e horas em casa a planificar, a corrigir, a pensar em novas maneiras de motivar, de incentivar, de avaliar. Sem contar com o facto de que temos um ministério que nos obriga, através do seu método de contratação, a mudar de escola todos os anos. Isto se tivermos a sorte de sermos colocados, porque podemos acabar sempre na caixa do Modelo se isso não acontecer.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Sabiam que desde que escrevi gajas nuas tenho muitos mais visitantes?
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Escolas encerradas, desertificação e eu o facto de eu ter sempre razão...

Escolhi esta imagem por um motivo. Há outras com nudez e coisas que tais, mas foi esta que me ofendeu e que me deu a razão suprema. Ela está a espremer o facto de ser professora para parecer ainda mais javardola. Ou seja, o respeito por toda uma geração que grita nas ruas por melhores condições, por escolas com condições, que pede respeito nas salas de aula e nos contactos com os pais, por tudo o que foi feito nos últimos tempos por uma classe constantemente pisada por um país de mentecaptos, acaba por ser destruído por uma "professora" que acha que a mostrar o corpo é que isto lá vai. E pior ainda, ouvir uma horda de pseudo-liberalistas a defender que cada um faz o que quer. Isto é claramente demais.
Perguntem a todos os professores que foram agredidos por alunos ou encarregados de educação o que pensam disto. Perguntem ao professor de Fitares que se suicidou o que acha disto. E depois de perceberem que isto vai lesar ainda mais a imagem de tantos e tantos professores que diariamente tentam fazer o seu trabalho sem enlouquecer, calem a boca e deixem de dizer barbaridades.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Dores
sábado, 22 de maio de 2010
Pensamentos do dia
domingo, 16 de maio de 2010
IRS, subsídios e gajas nuas
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Férias, Emos e Ikea
sábado, 3 de abril de 2010
Este blog começa a entrar na crise de meia-idade
Três anos. O tempo de vida deste blog. Já foi popular, comentado, vivido com emoção. O autor escrevia com regularidade, toda a gente cá passava, enfim, um verdadeiro prazer. Depois veio a falta de tempo, a falta de comentários, o pensar em acabar com isto, o reassumir de uma vontade.sábado, 20 de março de 2010
Vê Agá Um
Ora, na minha louca senda de correcção de testes, tenho aquela tendência de querer um barulhinho de fundo enquanto o faço, para não dar em maluco com a quantidade impressionante de erros e estupidez humana que estão patentes nos mesmos.sexta-feira, 12 de março de 2010
Parabéns!
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Estou com a Teresa no amor pela Amazon

54,90€. É um bocadinho demais para uma série. Por isso, fui ver à Amazon quanto é que custava lá esta série:
18£60. Aproximadamente 20€. Com esta encomenda poupei quanto? Exacto! Uma pipa de dinheiro. Num único artigo. Mas isto ainda não é nada.
TO BE CONTINUED
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Quase tão bom como saber lavar as mãos.
Estava eu hoje a folhear um jornal (mentira, que eu só leio os títulos online e depois digo isto para parecer inteligente) quando me deparo com o seguinte título: Portugal não deverá ter segunda onda de Gripe A.quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
O estado da nação e uma imperial fresquinha, ó faz favor!
Hoje foi dia de pensar no estado deste país onde vivo e, considerando a quantidade de taxas e impostos que pago, do qual sou dono
Ora, os portugueses, como todos sabemos, dividem-se em duas categorias: os portugueses “faço e aconteço” e os portugueses “deixa andar, a ver no que isto dá”. Felizmente, os portugueses “vou ali fazer, já volto” são uma espécie em vias de extinção, porque senão perdia o tema para este texto, e isso não tinha grande piada.
Na antiga escola primária (ah, as saudades dos tempos em que os professores batiam nos alunos, mas isso são outras histórias), ensinaram-me que Portugal vivia, sobretudo, de indústria e agricultura. Hoje, se ensinassem alguma coisa no 1.º Ciclo, diriam que há uma nova forma de subsistência: os comentários políticos e sociais.
Entre duas imperiais e um pires de tremoços, dizem-se os mais actuais e mordazes comentários políticos deste país. Aliás, é sabido que o Prof. Marcelo aperfeiçoou a sua arte na tasca da Dona Javarda, que para além de ter sempre a casa cheia dos maiores comentadores do país, fazia também uns pipis que era uma categoria.
Basta estar com atenção em qualquer café e ouvem comentários políticos como: “O Sr. Dr. Prof. Aníbal Cavaco Silva tinha extrema razão ao apontar as fragilidades da nossa economia no discurso de Ano Novo. Pelo ritmo a que a nossa economia se fragiliza, temo pelo futuro do nosso país”, ou o grande clássico: “O Sócrates?! É um mari…!”. E nota-se também que são pessoas que estão actualizadas ao nível dos acontecimentos sociais que decorrem neste país, quando se ouvem comentários deste calibre: “Em vez de se gastarem meios desnecessários para festas e eventos, os famosos deste país deveriam organizar-se e angariar fundos para calamidades como a que sucedeu no Haiti.”, ou os clássicos como: “O Castelo Branco?! Esse é mari…!".
Claro que eu, como português de gema, resolvi juntar-me a este grupo que faz avançar o nosso país. Falta-me apenas decidir em que categoria de Portugueses me encontro. Parece-me, no entanto, que vou acabar por decidir deixar andar, a ver no que isto dá.
Nota: Este será o texto que irei submeter a aprovação para o início das minhas crónicas jornalísticas. Se correr bem, logo vos aviso. Se não correr, vou dizer que correu bem à mesma, porque vocês não sabem se é verdade ou não. MUAHAHAHAHA!
sábado, 23 de janeiro de 2010
O Sexo e o Eskisito
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Ministério nas escolas de Sintra
domingo, 3 de janeiro de 2010
Nota-se muito que estou com a neura?...
Vera Y. Silva deixou um novo comentário na sua mensagem "Ah, mas como é que...?": um post a falar de mudanças! os próximos serão - suponho - sobre os seus jantares e, quem sabe, idas à casa de banho. Leia um livro ou dois e verá que há vida para além do seu umbigo. Porque é que as pessoas que não têm nada para dizer teimam em escrever? terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Ah, mas como é que...?
Quando uma pessoa pensa que a vida não tem mais surpresas, tudo nos mostra o contrário. Tenho de agradecer publicamente ao Rodrigo e esposa pelo apoio que me deram nas mudanças. Afinal o lingrinhas sempre serviu para alguma coisa e até me demonstrou que o tamanho não interessa mesmo.