quinta-feira, 24 de julho de 2008

I'm still alive...

Para quem lê o blog da minha esposa, sabe que isto não tem andado fácil. Tudo nos corre mal. Tudo. Eu sou o gajo mais azarado à face da terra. Que não haja dúvidas disso.
Mas este post serve apenas para mostrar que ainda tenho uma coisa simples que faz com que tudo valha a pena: esperança.
Casei-me há três anos com uma mulher que me completa. Não é perfeita, tem a sua quantidade impressionante de defeitos. Não conseguia viver uma única hora sem ela. E isso faz-me feliz. Faz-me lutar.
Tenho amigos longe e perto. Alguns que me telefonam a dizer parvoíces, outros que me dão aquilo que mais preciso. Não os mereço, mas eles não me largam. E agradeço-lhes muito isso. Faz-me feliz.
Tenho esperança que tudo mude. Que tudo se torne melhor. Rápido. Porque isto é o que se pode chamar um mês horribilis. Bem pior que os de sua alteza.
O blog continua a 10%. Ou menos. Vão passando por cá. Pode ser que um dia vos conte que tudo mudou.


A imagem é uma piada fraquinha, eu sei. mas acredito que nem todos lá vão.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Flatline

Por muito que pareça, este blog ainda não morreu. A ausência tem motivos simples demais para mim, complicados demais para a blogosfera.
Está naquela fase do episódio em que o nosso herói se vai abaixo e o médico começa aos gritos, de pás nas mãos: AFASTEM-SE! Sabemos que ele não pode morrer, mas o nível de tensão faz-nos sofrer demasiado.
E sabendo que ele não morre, a nossa vida faz sentido outra vez, mesmo sabendo que a qualquer altura a produtora pode cancelar a série por falta de audiências ou até que os actores se aborreçam de vez com o argumento lamechas.
Onde é que eu quero chegar com isto? A lado nenhum. Simplesmente vim aqui dizer ao público que teima em cá passar (e ao qual muito agradeço) que isto ainda não está acabado. Está apenas à espera do choque para arribar e recuperar o batimento cardíaco normal.
Posto isto, ausento-me. Por tempo indeterminado. Pode ser até amanhã, pode ser mais. Não interessa. Porque o Eskisito Rules vive sempre (mais ou menos como uma carraça, mas sem a parte do sangue, que isso faz confusão à minha querida mulher).